Entre finais de julho e meados de agosto, o interior ultrapassa os 35 °C enquanto o mar se mantém refrescante. Os locais não lutam contra o calor; organizam o dia à sua volta. Copie o ritmo e até uma semana de canícula se torna das melhores.
Inverter as horas de praia
Praia das nove às doze, e outra vez depois das cinco. A janela do meio-dia é para almoço, sesta ou tarefas com ar condicionado. A sombrinha importa mais do que a marca do protetor — o sol atlântico engana com a brisa.
Água sem ondas
A costa sul é famosamente nadável, mas os passeios de grutas mostram a linha costeira no seu mais dramático mantendo-o na água toda a manhã. Os kayaks na zona do Benagil saem cedo precisamente para fugir ao calor e às multidões.
Cultura de sombra
Todas as vilas têm um núcleo sombreado: as galerias da Rua Silva Lopes em Lagos, o coreto dos jardins em Tavira, os mercados de Olhão. Visitas de duas horas a museus e igrejas servem de pausa fresca. É também a época dos almoços longos — ninguém tem pressa à mesa.
As noites são a recompensa
A partir das oito as vilas mudam de marcha. É quando se reserva o jantar, se paseia nas avenidas e se deixam as crianças soltar energia nos largos. Se o alojamento tiver ar condicionado, guarde-o para dormir, não para se esconder.
